Silêncio
Por onde já correu água, hoje, corre sangue
Não há mais gargalhadas nem ao menos sorrisos
Entretanto não há choros, nem gemidos
Só há o silêncio e a monotonia
Que cruza por muralhas
Se refletindo nas faces tristes
Daqueles quem já não tem mais esperança
Nem brilho no olhar.
Não há mais gargalhadas nem ao menos sorrisos
Entretanto não há choros, nem gemidos
Só há o silêncio e a monotonia
Que cruza por muralhas
Se refletindo nas faces tristes
Daqueles quem já não tem mais esperança
Nem brilho no olhar.